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 Floresta do Tothen

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AutorMensagem
Lara Turin Lovegood

Pasquim
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Zodíaco Bruxo : Sereiano
Coração : Heterossexual
Relacionamento : Casado
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Mensagens : 157

Ficha Escolar
Ano Escolar: Concluído
Casa: Ravenclaw
Nível: ★☆☆☆☆

MensagemAssunto: Floresta do Tothen   Seg 11 Ago 2014 - 16:28


Floresta do Tothen


Uma das partes mais simbólicas e lendárias das terras Flannagáin, uma floresta densa, úmida, cheia de surpresas, vida e desafios. Ela se encontra no extremo oeste do terreno... Cresce em um terreno irregular, com os mais diversos tipos e espécies vegetais e animais. A floresta é o maior orgulho e desafio de um Flannagáin, é nela que ocorre um dos maiores e mais importantes rituais por qual um Flannagáin passa. É nela, ainda, que ao atingirem a maturidade correta, as crianças Flannagáin entram em busca de seu tothen, um animal que os represente, e que possam domesticá-lo.
 
w w w . h o g w a r t s . c o m . b r
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Kolman Drãj Flannagáin

Castelobruxo - Apoemos
avatarCastelobruxo - Apoemos


Zodíaco Bruxo : Hipocampo
Coração : Heterossexual
Relacionamento : Namorando
Idade : 16
Mensagens : 41

Ficha Escolar
Ano Escolar: 6º Ano
Casa: Ravenclaw
Nível: ★★★☆☆

MensagemAssunto: Re: Floresta do Tothen   Dom 17 Jul 2016 - 18:40

Aula
para desvendamento e compreensão.

A natureza compõe as suas próprias festas. Tendo os bichos por sua orquestra, desde os seus sons naturais quanto o de ações minimas como o de pisar em falso sobre um galho e produzir aquele estalido trépido. Em comunhão coletiva, a Grande Mãe sustenta seus desígnios e mantém as coisas fluindo, sempre ao encargo de atentar-se e, é claro, não permitir que haja qualquer desvantagem para aqueles que a honram. 

De toda a sorte, se a orgulhosa natureza reverbera em sua magnitude e dá o seu próprio show, a Floresta do Tothen era, em todo o mundo, o meu palco preferido para assistir de perto a apresentação sublime e magnânima que eram os ensaios espontâneos por parte do intenso verde florestal. Estar ali, em conexão com o que há de mais puro no mundo; olfato, audição, visão, todos enebriados pela névoa que dividia os mundos, projetando-se ao além do que se podia avistar com as íris nuas, despidas do elo da alma que, quando recaíam sobre o meu olhar, permitiam-me espiar, mesmo que por minutos, um espetáculo a parte dos espíritos elementistas em pleno exercício de seus domínios, travando uma batalha de rivalidade saudável que era de encher os olhos. 

O último ano letivo havia sido particularmente difícil. Conciliar os estudos com os deveres impostos aos monitores era mais difícil do que poderia se imaginar, mas a notícia de meu avô de transferir-me, junto da minha irmã, para o Brasil fora inesperada, até o momento em que pude pensar no motivo para que ele o tivesse feito. O contato mais íntimo com o ecossistema daquele país poderiam nos ensinar muito e, provavelmente, os métodos de ensino de CasteloBruxo deveriam se encaixar mais com todas as convenções Flannagáin. Conhecendo meu avô tão bem quanto eu o fazia, ele não faria algo tão radical se não enxergasse as possibilidades de sucesso como superiores as de fracasso. 

Com um sorriso canhestro e as mãos mergulhadas no bolso, deixei o local, rumando para o castelo. Enquanto o fazia, ao passar pelas árvores, usava meu elementismo para agitar as folhas das copas altas das árvores frondosas e, a cada folha que caía, alguns galhos pareciam curvar-se numa reverência formal. As folhas que caiam em zigue-zague tinham o seu trajeto alterado por mim, conforme dava um assopro revestido de magia, mexia com os dedos desenhando no ar uma trilha de pequenas folhinhas. Meus pés descalços mantinham o contato com a terra tão íntimo quanto possível, afim de que eu pudesse sentir suas entranhas e me comunicar com ela, se preciso. E, quanto a umidade do ar, era tudo o que eu precisava para me refrescar um pouco, portanto, mantinha o nível do aquecimento ao meu redor muito bem equilibrado. 

Talvez, se eu não me atrasasse muito ainda pudesse chegar ao castelo com algum tempo livre para ensinar Keela a fazer círculos de  fogo médios e que girassem ao serem atingidos por quaisquer alvos. Me apressei, então, deixando que tudo o que eu antes modificava com o elementismo voltasse ao normal, com as folhas dançando o próprio ritmo, a terra sem sussurros e a água se expandindo ao bel prazer por onde estava. O calor é que me castigava agora, mas não por muito tempo... 

E finalmente saí da floresta.
Funebribus
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