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 Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin

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Lara Turin Lovegood

Pasquim
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MensagemAssunto: Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin   Qui 14 Ago 2014 - 10:15


Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin


{a editar}

w w w . h o g w a r t s . c o m . b r
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Davin Fletcher Flannagáin

Castelobruxo - Mulans
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MensagemAssunto: Re: Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin   Qua 14 Jan 2015 - 23:21

To you I will Always return...

Era início da manhã. Eu retornara ao castelo ontem, mas era tarde... Tia Roisin recebera-me, ela sempre fora carinhosa, uma grande mãezona para todos nós. Esfreguei os cabelo suspirando. Não vira Bree... Só esperava que ela estivesse no castelo, longe daquele... ARGH! Encrenqueiro, era isso que ele era, vivia metido em brigas, ou encrenca! E pior era capaz de por a Bridget em perigo, do jeito que era completamente sem noção.

Mas isso não era o que importava, o que importava era que eu voltara! E iria cuidar dela. É, ia cuidar dela, hunf.  Mas não era esse meu problema atual... Meu problema atual era que precisava dormir, mas só conseguia pensar em abraçar minha irmãzinha aventureira... Ela devia estar tão grande... Já devia ter quase um metro e meio. E mais meio de livros. Será que ela ainda perdia os óculos? Suspirei, claro que perdia, não importava quanto crescesse, quão madura ficasse, sempre seria distraída.

Terminei de me arrumar, pus um shorts e uma regata, estava quase na ala feminina quando decidi que não podia simplesmente chegar assim, não depois de quase um ano fora! Bree merecia muito mais. Assim descia as escadas até a cozinha. Lá até tentei montar um café da manhã de filmes para Bree, mas quando quase pus a colher no fogão os elfos me expulsaram e eles mesmo fizeram a refeição. Quando me chamaram de novo, o café estava pronto, posto em badeja e tudo.

Subi as escadas equilibrando cuidadosamente a bandeja, mordendo a ponta da língua, dando passos medidos, até chegar ao patamar do quartos, respirei fundo. Virei para esquerda, seguindo o corredor até o quarto de minha irmã, empurrei a porta com cuidado. Ela se mexeu só pra sair da luz que entrava pela porta. A porta estava fechando quando ele passou. Meu tothen, um basset hound, todo atrapalhando e lento, mas que vivia se metendo em encrenca. Fiz uma careta vendo-o sair procurando Toddynho. – Russell! Sai dai! – sussurrei vendo entrar embaixo da cama. Prendi a respiração, mas logo ele saiu, com a boca vazia, pulando na cama, lambendo Bree, a  acordando. – Bom dia! Erm,, desculpa... Russell, sai! – disse bravo, empurrando-o para o chão. Pus a bandeja no colo de Bree. – Como você está? Comendo direitinho? – perguntei estudando-a
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Bridget Drãj Flannagáin

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MensagemAssunto: Re: Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin   Ter 24 Fev 2015 - 20:22

When the daylight 
comes, I'll have to go

Estava ajoelhada no chão, com as mãos pousadas sobre a terra, úmida pelo orvalho da manhã. Ou talvez tivesse chovido durante a madrugada.   Me encontrava um pouco distante do castelo, nos terrenos cobertos de um verde profundo; os primeiros raios de sol começavam a brotar no horizonte, me passando uma sensação de tranquilidade, de paz. Uma brisa morna soprava, esvoaçando minhas madeixas rubras e o vestido florido que usava, este ligeiramente manchado de lama, bem como minha bochecha esquerda. Pés descalços, sozinha. Não sabia como havia chegado lá, mas sabia o que tinha que fazer. Um feixe de luz atingiu meu rosto e o virei um pouco, ligeiramente incomodada; ergui a face em direção ao céu límpido, respirando fundo enquanto me concentrava, esvaziando a mente. Cravei as unhas no solo, sentindo a terra fofa entre meus dedos gélidos, e uma energia vibrante fluindo, primeiro me subindo pelos braços e logo me tomando por inteiro. Um zumbido baixinho e constante, que sabia estar vindo de mim, preenchia meus ouvidos, e embora parecesse algo doloroso, não havia dor - pelo contrário, sentia uma sensação boa. Seguiu-se uma série de estalidos suaves, que se tornaram mais altos com o passar dos segundos, e resfoleguei, abrindo os olhos. Uma fenda surgira no chão, crescendo lentamente à minha frente, tão profunda que não conseguia ver seu fundo. Retirei as mãos da terra, observando meu feito. Mas a fenda no chão continuava a crescer e crescer; levantei-me, recuando, assustada. Num só segundo, o solo cedeu sob meus pés, me engolindo; mas no último momento, alguém segurou minha mão, e uma voz familiar gritou meu nome ao vento.
Davin.

Sentei-me num só pulo na cama, tomando fôlego como se tivesse prendido a respiração por um longo tempo; Toddynho resmungou no bolso do meu casacão de moletom. Mas, ei, espera, quem diabos está me... lambendo? Arregalei os olhos, mas pouco enxergando, identificando apenas um borrão que assemelhava-se a uma pessoa - devido tanto aos meus problemas de vista quanto ao fato que estava escuro onde seja-lá-quem-fosse estava, e que eu acabara de acordar... e nossa, devia estar parecendo um leão LITERALMENTE  -, e comecei a tatear a cama às cegas, à procura dos meus óculos; o que não foi preciso, pois o mesmo foi posto delicadamente em meu rosto, me deixando confusa. Mas o "bom dia" que veio logo após desfez toda aquela confusão de terra e lambidas em minha mente, como um nó sendo desatado. Reconheci quem era antes mesmo de meus olhos entrarem em foco e se ajustarem à luz suave que entrava pela janela __ Davin? __ Sim, era o Davin. Aqueles grandes e redondos olhos que me fitavam com curiosidade, e até com uma certa ansiedade, ah sim, eles são inconfundíveis... assim como o cabelo habitualmente despenteado e bagunçado. E aquele que me acordara à lambidas era o Russell, o trapalhão, que também me observava com expectativa, se balançando no chão. Mas não podia ser possível... Davin estava viajando!
Uma bandeja de café da manhã maravilhosa foi posta em meu colo, mas não conseguia me concentrar; coloquei-a ao meu lado e saí de debaixo das cobertas, ajoelhando na cama. Tateei o rosto de meu irmão, como se pra provar que não tivesse presa em outro sonho, e um sorriso alegre se espalhou de um canto ao outro em meu rosto enquanto pulava pra abraçá-lo. Toddynho grasnou e saiu do meu bolso, todo bagunçado, pobrezinho, e escalou meu moletom, se aconchegando folgado em meu pescoço  __ DAVIN! Davin Davin Davin Davin! __ ri alto como a verdadeira bobona que sou e despenteei o cabelo dele com a mão, o analisando. Cresceu uns cinco centímetros... e aqueles traços de criança já não existem mais __ Senti tanto sua falta! Por que não me mandou uma coruja avisando que estava vindo?! Como foi a viagem? Como é o Brasil? Você experimentou brigadeiro? Dizem que é uma delícia e... Você cresceu tanto!... Você veio pra ficar? __ a última pergunta soou mais baixa que as demais, mas logo disfarcei com um sorriso doce, não queria pressioná-lo, tinha acabado de voltar de viagem. Estiquei a mão e fiz um carinho atrás da orelha de Russell __ Eu estou bem e... comendo direitinho __ pude percebê-lo me estudando, Davin não me via há... um ano?, e eu devia estar um pouco mais crescida. Entrelacei meus dedos uns com os outros, brincando timidamente, e desviei o olhar pras minhas mãos. Prendi a respiração; havia vestígios de lama sob minhas unhas. Como no sonho. Outra vez. Ergui o olhar e forjei um sorriso, levantando e espreguiçando, encobrindo minha preocupação __ Não mudou muito por aqui... __ comentei __ ... só um minuto __ fui até o banheiro situado no canto do quarto, encostando a porta assim que entrei e logo abrindo a torneira __ Lilyane continua continua com a cabeça na lua, só que agora ainda mais... __ esfreguei o sabonete nas unhas, observando, preocupada, os últimos pedaços do meu pesadelo se esvaindo pelo ralo __ Kolman sempre na sua... __ prendi o cabelo num rabo de cavalo frouxo e aconcheguei  o esquilo mais dorminhoco do mundo de volta ao meu bolso. Então olhei meu reflexo no espelho __ Seath... Mas o que diabos... __ uma mancha de terra. Em minha bochecha esquerda. __ ... e-er, Seath aprontando com tudo e todos __ lavei o rosto, escovei os dentes rapidamente e voltei pra cama, evitando os olhos de meu irmão __ E eu... ainda sou eu __ estendi o braço e peguei uma xícara de cappuccino que estava na bandeja, dando um longo gole, tentando esquecer sobre tudo e focar em Davin. Sorri, com bigodinho de chantilly __ Hey, tem comida pro castelo inteiro nessa bandeja, toma café comigo __ pedi, um pouco mais calma agora, dando mais um gole na bebida __ Senti sua falta. __ repeti e sorri afável, erguendo o olhar.
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Davin Fletcher Flannagáin

Castelobruxo - Mulans
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MensagemAssunto: Re: Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin   Sex 31 Jul 2015 - 2:55

To you I will Always return...

Tão preguiçosa essa menininha! Nem a luz da janela, muito menos a do corredor a acordaram, tive que deixar a bandeja na escrivaninha dela, antes de acender os abajures que pendiam sobre a mesma. Nem assim. Porém nem mesmo minha irmãzinha resistia a língua de Russell, aquele cachorro era um despertador babento. Tive que rir da surpresa dela. Considerando que o Tothen dela era um esquilo, duvidava fortemente que ela fosse acordada com lambidas frequentemente.

Considerando que o astigmatismo de minha irmã a praticamente cegava não foi surpresa que ela reagisse mais a minha voz que a minha visão, ainda sim não impedira-me de rir de maneira discreta de seu estreitar de olhos seguido do arregalar antes que ela se levantasse, tateando meu rosto. Estranho, senti grânulos ásperos em suas mãos, que diga-se de passagem, estavam muito mais frias do que deveriam. Claro que minha preocupação mínima não impediu de apreciar a beleza de seu sorriso escancarado, abrindo-me um sorriso igualmente grande, não deixe de reparar a barra de lama no fim de seu pijama. Abracei forte, ouvido um guincho, afastei-me. Ri do esquilo antes de voltar a abraça-la.

Deixei-a fazer suas perguntas em velocidade acelerada, como o furacãozinho que ela era. Lavanda e orvalho... Lavanda era o cheiro mais próximo do de minha irmã que conseguia pensar, algo leve e doce, era assim o cheiro de Bridget, mas aquele orvalho era novo, junte isso e as mãos, eu já estava morrendo de preocupação. Forcei-me a não interroga-la agora, ela tinha um jeito de fugir disso. –  Também senti saudades sua, praguinha – disse ajeitando os cabelos revoltos dela. – Quantas perguntas! Porque queria fazer surpresa, foi tranquila, apesar de cansativa, é grande, e meio desorganizado, mas a natureza é de tirar o folêgo, não só experimentei, aprendi a fazer! – falei pensando se respondera tudo que me fora perguntado. Suspirei ouvindo-a certificar-me que estava bem. Bem, bem ela não estava, ninguém que estava bem fazia aquela cara de surpresa ao perceber que tinha as mãos sujas de terra. Deixei-a caminhar até o banheiro, acreditando que me enganava.

Suspirei vendo os grãos marrons espalhados no lençol branco, fechei a mão, concentrando-me, formando uma bolinha de terra com os grãos, limpando a cama, levei a terra até o vaso de plantas a espalhando ali. Ouvi atentamente suas palavras, sorrindo com a preocupação dela em me manter informado. Eu apreciava, sentira saudades desse castelo e das pessoas nele. Dei risada da menção da prima-amiga de minha irmã. – Tipicamente uma garota de ar... Sonhadora que só... Mas é bom, ela se diverte. – comentei sentando-me na cadeira a esperando. Suspirei com a menção do nosso primo real. – Kolman tem que superar a perda, mas não vejo como fará isso se ainda não o fez. – disse realmente preocupado, a perda da irmã dele fora uma tragédia. Revirei os olhos com a menção do meu primo menos queria.  – Um panacão – sussurrei sem que ela ouvisse. Sorri vendo a voltar para o quarto, mais calmo, embora sem esquecer. –  Você está linda, toda grandinha, e energética! – disse carinhosamente, observando-a. –  E o colégio, está se divertido? Você e Lilyan estão conseguindo mantê-lo de pé? – perguntei rindo. Revirei os olhos, ela tinha que comer direito, e não tinha taanta comida assim no prato. Hunf! Mesmo assim sentei-me de frente para ela, pegando um suco tomando um gole. –  Mas coma direitinho! Saco vazio não para em pé. – disse sério. Sorri para ela, apertando fracamente sua mão. – Vou ficar agora, não tem que sentir mais minha falta. – disse gentil.
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Bridget Drãj Flannagáin

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MensagemAssunto: Re: Aposentos de Bridget Drãj Flannagáin   Dom 17 Abr 2016 - 23:00

When the daylight 
comes, I'll have to go


   Encolhi os ombros com a menção de Kol e a perda de sua irmã... Não sabia como ele lidava com isso; eu não conseguiria lidar. Tentei me por no lugar de meu primo, tentei imaginar o sentimento de que algo estava faltando que ele devia sentir, e observei Davin, com seus cachos rubros bagunçados e expressão pensativa que quase sempre estava presente em sua face. Senti meus olhos marejarem, pousei a xícara de capuccino no criado mudo e funguei enquanto ia até ele e envolvia seu corpo largo - ou talvez meus braços que fossem pequenos demais - num abraço sincero, intenso; não conseguia nem imaginar minha vida sem meu irmão sem sentir uma forte dor no peito... Aquele mesmo irmão que contava lendas antigas e cantarolava cantigas celtas para me fazer dormir, que amenizava a bronca de mamãe por eu ter caído por estar correndo quando ela me pedia para não correr, e fazia um curativo em meus joelhos machucados... Ele podia estar constantemente distante de mim, aliás, o Brasil era praticamente sua segunda casa, mas eu o amava intensamente e sentia seu coração comigo como se ele estivesse ao meu lado a todo instante __ Amo você, irmão...

   Afastei uma lágrima e deixei escapar uma risada enquanto ele tentava me distrair, pulando no mesmo lugar __ Sim sim sim, Davin, eu cresci! __ corri até a porta e me estiquei, ficando com a postura ereta ao lado das várias marcações escritas com gizes coloridos ao longo dos anos. A última marcação foi feita por ele mesmo, assim como todas as outras, e pelo que constava, eu tinha crescido alguns... ok, um centímetro. Mas mesmo assim, já era demais! Voltei correndo e me joguei na cama, a fazendo estremecer com o impacto, e um Toddynho extremamente irritado se enfiar debaixo dos travesseiros, guinchando algo que devia ser um "Me deixe dormir em paz, sua poia!" __ A escola está ótima! __ fingi indignação com a implicância do meu irmão, mas logo me desmanchei numa risada __ Mas é claro que sim!... __ peguei um pãozinho de queijo e joguei na boca, mastigando lentamente e brincando de "anjo de neve" entre as colchas na cama, a bagunçando mais ainda __ ... quando não nos esbarramos por aí! __ ri quando terminei de mastigar, pegando mais um pãozinho a mando dele, acariciando sua mãozona com minha mão livre __ Sim, senhor!

   Me levantei, soprando as madeixas de fogo que se soltaram do rabo de cavalo e recaíam sobre meu rosto, e fui até a janela, antes parando no meio do caminho pra fazer um carinho atrás das orelhas do Russell, que enfiava o focinho entre as colchas à procura de Toddynho, me fazendo sorrir  __ AH! Davin Davin Davin, olha o que consigo fazer! __ peguei um vasinho no parapeito e levei até a ele __ Segura __ respirei fundo; já sabia a dor que me acarretaria aquele simples ato, mas queria mostrá-lo. Fechei os olhos, me concentrando na terra que tinha dentro do vaso, imaginando-a subindo, sentindo em meu interior as vibrações que a terra emitia e tinha certeza que meu irmão sentia também, quase a todo instante. Quase instantaneamente senti uma dor lancinante me tomar a cabeça e cambaleei, fazendo força pra abrir um olho e sorrindo orgulhosa - ou o que devia ser um sorriso orgulhoso, acho que saiu mais como uma careta - ao ver que alguns grãos levitavam no ar, mas logo caíam, assim como meu corpo na cama. Gemi baixinho de dor, esfregando os olhos por baixo dos óculos, que lacrimejavam __ N-Não é grande coisa, m-mas é algo, certo? __ fitei meu irmão e não consegui conter um suspiro __ Nyan já consegue controlar o ar à sua volta e mal estremece, porque eu não consigo levitar alguns grãos de areia sem meus miolos explodir... __ nesse momento, Toddynho deu um guincho tão alto que me fez pular de susto; e fez simplesmente o que? Correu em círculos pelo quarto e saiu quase voando porta afora, fugindo como se não houvesse amanhã. Parece que Russell achou o que estava procurando, e saiu do quarto correndo e latindo, brincalhão que só ele... Arregalei os olhos enquanto ria e puxava Davin pra fora do quarto, tropeçando em meus próprios pés, mas ele me segurava quando eu caía... Ele sempre me segurava __ Vamos, antes que essas duas pestinhas destruam a casa e encontrem o... __ ouvi o som de algo de vidro caindo e se quebrando e encolhi os ombros; mamãe ia me matar! __ ... Ferrero!
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