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 Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Seg 6 Jan 2014 - 0:21

What?


Bella estava andando tranquilamente, com o olhar fixo e calmo. – Coloque este documento na minha sala. – Falou com um sorriso maroto quando um funcionário perguntou onde colocar a papelada. – Bom, tenho que ajeitar a minha sala... Preciso de ajuda. – Franziu o cenho e observou a secretária. – Preciso da sua ajuda, fofinha. – Sorriu de um jeito falso, algo que Bella tinha talento. – Não agora claro... Afinal, se puder começar agora... Por que não? Só fica sentada aí, não é? Pode me ajudar, linda. Pode começar. Ah, essa papelada? Pode ficar aqui umas horinhas depois do seu turno... Se quiser, pode levar pra casa. – Falou tranquilamente, nem se importando com os sentimentos da secretária. Tinha sofrido muito para ser Chefe daquele departamento importante, então, não daria trabalho fácil. Estava ali para MELHORAR o mundo bruxo, e não para ficar facilitando a vida de bruxos que tinham anos e anos pela frente. Bella fazia de tudo para não ter problemas com a Ministra, afinal, andara evitando isso.

Bella usava uma camisa preta, um jeans e calçava um par de saltos preto. Estava elegante e bela, e para melhorar, seus longos fios loiros estavam soltos dessa vez. Ela estava usando um casaquinho branco, algo para dar um pouco de estilo. Os seus lábios estavam completamente vermelhos, como uma maçã. Os seus cílios estavam um pouco mais escuros por causa da maquiagem. Tinha só um pouco de maquiagem, nada que fosse desesperador. – Bom... – Deu de ombros e suspirou novamente, cruzando os seus braços, entrando no seu escritório em seguida. Tinha que organizar muita coisa, algo que estava tentando adiantar. Planejava fazer muita coisa quando chegasse em casa, afinal, tinha que assinar toda a papelada rapidamente, né?


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MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Sex 10 Jan 2014 - 21:20




 
Olhei para o meu relógio de pulso e respire fundo. Desde que perdera a minha mulher, estava tentando, de qualquer jeito, esconder um lado que estava aflorando, era uma doença, uma doença que se espalhava pelo mundo e tinha medo de que os meus filhos pegassem. Bissexualidade. Caso eles tivessem isso, eles iriam estar mortos, mataria-os sem hesitar, e esse meu lado estranho e nojento já tinha aparecido, mas tinha sido num passado distante e agora, estava voltando por algum motivo. Lembrei-me do primeiro e único namoradinho que tivera, mas agora, estava morto. – Esqueça essa merd*. – Murmurei para mim mesmo e respirei fundo enquanto levantava a minha cabeça e caminhava pelos corredores do Ministério da Magia. Era o mais novo chefe do Departamento Três e iria fazer todo aquele local se movimentar. Sentia muitas saudades da minha mulher, Olga havia sido uma boa mulher, mas o nosso casamento nunca tinha sido movimentado pelo amor, mas apenas pelo interesse financeiro. Meu coração bateu mais rápido só de me lembrar dela. Parei por um momento e fechei os meus olhos. As lembranças vieram com muita força, mas apenas mexi a minha cabeça, respirei fundo e abri os meus olhos. Continuei seguindo o meu caminho calmamente. Usava o meu terno de trabalho, um par de sapatos sociais e um relógio de pulso. Meus cabelos estavam ajeitados elegantemente. Tirei a chave da minha sala e coloquei na tranca da porta, abrindo rapidamente e entrando. Liguei a luz e respirei fundo quando olhei para a poltrona de couro que estava ali. Aquela era minha nova vida, mas mesmo assim, tinha que tomar cuidado para não revelar aos trabalhadores dali que era um ex-comensal das trevas. Só tinha os largado para ter uma nova vida, novos filhos, novas paixões. Fechei a porta e sentei-me da poltrona.
 

 
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Sab 5 Abr 2014 - 15:28



 
The
Stupid
Witch

 
Sorriu de forma doce e sexy para seu reflexo. Apolo estava completamente maravilhoso, um deus grego. Não via seus filhos faziam dias. – Pestes que somem. – Resmungou baixinho e revirou os olhos, voltando o seu olhar para o espelho. Usava um terno para que fosse rapidamente para o seu trabalho. Seus cabelos estavam ajeitados em um topete elegante. Pegou o seu perfume e passou na região do seu pescoço, em seguida, bateu nos seus pulsos. Colocou em cima da pia de seu banheiro e suspirou. – Você está perfeito, Apolo. – Sussurrou num tom sexy. Não ficava bonito desde a morte de sua mulher. Ás vezes, pensava que estaria com ela caso Atlas não existisse. Não sabia se amaldiçoava ou não o nascimento de seu filho. Sabia que o pequeno não se dava bem com Ares e Gaia, disso ele já tinha certeza. Mas, por sorte, Éris tratava o garoto como seu filho. Fechou os olhos por um momento, tentando achar alguma maneira de achar os seus filhos. A única coisa que sabia deles era que todos estavam em Hogwarts. Deu de ombros, abriu os olhos e saiu do banheiro.
 
Foi até o seu quarto e pegou a sua varinha que estava em cima da cama arrumada. – Será que... – Não sabia se a empregada já tinha chegado, mas como a cama estava arrumada, ela já estava ali. – Que rápida. – Falou e ergueu as sobrancelhas, um pouco curioso. Pegou a sua mala preta que ficava ao lado de sua cama e ajeitou seu terno uma última vez. – Hora de ir para o trabalho, Apolo. – Falou para si mesmo e então, com um sorriso frio em sua face, desaparatou de seu castelo.
 
Apareceu no andar do Ministério e sorriu de forma cínica. Adorava se sentir superior, ele amava aquele lugar. Ali, ele mandava em tudo e todos. Seus sapatos sociais faziam um barulho alto no piso, algo que deixava os seus funcionários assustados. – Quero meu café em alguns minutos, Margareth. – Falou para a bela secretária. Tinha demitido a secretária antiga: uma gorda feia, boba e completamente estúpida, ela não sabia fazer as coisas. Então, Apolo encontrara uma bela moça para ser sua “escrava”. Margareth, ou Maggie, era perfeita. Fazia tudo rapidamente e ajudava Apolo. Não que ele sentisse atração por ela, na verdade, ele nem se importava. Ele gostava dela para fazer os trabalhos, afinal, ela era uma boa secretária. Maggie era loira, dos olhos azuis e corpo definido. Se não fosse bruxa, com certeza poderia ser uma modelo. Fechou o rosto quando passou pela mesma e andou na direção da sua mala, segurando a mala na mão direita. – Hoje é o dia. – Falou e revirou os olhos quando abriu a porta.
 
Vários casos haviam chegado, mas eram casos bobos e sem sentido. Eram coisas fúteis, nem um pouco difíceis de serem resolvidas. Jogou a sua mala preta em uma poltrona qualquer e em seguida, andou até a sua mesa. Havia dezenas de folhas para serem assinaladas. – Vamos lá. – Sorriu e sentou-se na cadeira confortável que ficava próxima da mesa. Pegou uma pena e em seguida, pegou o primeiro documento para ler e assinalar. E assim foi: a tarde inteira lendo e assinando, lendo e assinando. Quando terminou tudo, bebericou o café que estava em sua mesa e respirou, aliviado. – Amém. – Revirou os olhos. Levantou-se da cadeira, pegou a sua mala e fechou a porta, desaparatando dali em seguida.
 
Cause my anger reigns. Everything burns
thanks rapture
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Sab 3 Maio 2014 - 10:52



 
The
Stupid
Witch

 
Apolo adentrou a sua sala calmamente. Usava a roupa de trabalho e um par de sapatos sociais. – Hoje é um belo dia. – Estava sorrindo para as paredes. Estava completamente apaixonado por uma criança, mas isso não queria dizer que não estava apaixonado. Estava pensando em voltar para os seus filhos, mas ainda hesitava. Era covarde e não teria muita coragem para fazer isso. – Ai, ai... Vamos trabalhar, Apolo. Família depois. – Falou para si mesmo e sentou-se em sua poltrona. Era um dia longo, afinal, tinha que cuidar de tantas coisas. Pegou os documentos que estavam em sua mesa e assinou um por um, durante esse período, pediu um pouco de café. A secretária entrou e ele agradeceu quando bebericou a bebida quente e agradável. – Obrigado. – Falou e a secretária saiu. Depois de assinar tudo, ele pediu para que a secretária entregasse todos os documentos para os Aurores. – Esses são coisas não resolvidas. – Indicou a cor azul dos papéis. – Amarelo são casos resolvidos. – Pensou e ergueu as sobrancelhas. – E só. – Deu de ombros e esperou a secretária sair da sua sala. Sorriu animado, pegou a sua mala e saiu dali.
 
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Sab 16 Ago 2014 - 20:20

Os passos do rapaz eram silenciosos e tranquilo. Não aparecia nenhum sorriso em seu rosto, demonstrando sua frieza. Ainda se escondia dos seus filhos e não se importava com eles. Tinha mais coisa para fazer, afinal, tinha forjado sua morte por necessidade. Pode parecer algo cruel, mas Apolo tinha feito a coisa certa. A sua mulher também tinha sumido, então não sabia se estava viva ou morta. Caso não estivesse viva, tinha levado o segredo do moreno para o túmulo, algo melhor para Apolo. Usava roupas ajeitadas para o trabalho e um par de sapatos sociais. – Que tédio. – Murmurou. Passou a mão pelos seus cabelos, ajeitando-os. – Hoje será um longo dia. – Murmurou para si mesmo novamente e sorriu. Olhou para a nova secretária que estava em seu caminho. – Senhor, temos novos papéis, temos que falar com a nova diretora e... – Interrompeu-a com um olhar. – Acalme-se. – Murmurou de forma fria e tranquila. – Quero os documentos na minha mesa. – Disse e deu de ombros. Olhou para a secretária e ela assentiu positivamente. – E qual o seu nome mesmo? – Perguntou e analisou-a. – Annelise. – Ela se apresentou, meio vermelha. – Te chamarei de Anne. – Disse e suspirou. Anne era a moça mais bela do mundo que o rapaz vira. Magra, corpo escultural, loira e olhos claros. As suas roupas realçavam as suas curvas, algo que era muito sexo, mas digamos que Apolo não gostava disso. Sentia-se atraído por outra coisa, mas ninguém jamais iria saber disso.
 
Adentrou a sua sala e respirou fundo, fechando a porta em seguida. Fez um gesto com a varinha, que acabou ligando a luz do ambiente. Olhou ao redor e cruzou os seus braços. – Enfim, livre. – Murmurou de forma amarga e caminhou até a sua mesa. Colocou a varinha na mesma e analisou a quantidade de documentos. – Muitos documentos para pouco Apolo. – Comentou e deu de ombros. Analisou-os e suspirou fundo. – Preciso de ajuda. – Mexeu a cabeça em seguida. – Mentira, não preciso de ninguém. – Disse de forma irônica. Respirou fundo, pensando no que fazer, estava meio perdido. Pensamentos obscuros tomavam a sua mente, mas estava confuso consigo mesmo. Respirou fundo e concluiu que precisava sair daquele local minúsculo que chamava de sala. Abriu a porta e deu alguns passos, de repente, esbarrou em algo, ou pior, em alguém. – Mas que porcaria. É cega? – Perguntou de forma amarga e respirou fundo, para ficar mais calmo. A sua visão estava escura por causa da raiva, mas aos poucos, foi voltando, ficando cada vez mais nítida.

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Silena D. R. Hoffmekz

Gryffindor
avatarGryffindor


Zodíaco Bruxo : Ramora
Coração : Heterossexual
Relacionamento : Solteiro (a)
Idade : 17
Mensagens : 10

Ficha Escolar
Ano Escolar: 1º Ano
Casa: Gryffindor
Nível: ★☆☆☆☆

MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Sab 16 Ago 2014 - 20:56

Sexy Eyes


Pegou a bolsa, prendeu os cabelos, e saiu de casa com o documentos nos braços. Estava levando os documentos para a Tia Della, que por acaso o sue pai tinha descoberto ação criminosa bruxa, no trabalho, de detetive.
Entrou no ministério, e passou sorridente pelos corredores. Algumas pessoas olhavam. O quê diabos uma menina de 14 anos faz aqui? Aposto que deve ser esta pergunta. Estava olhando para os lados, mal olhava para a frente. Estava já no terceiro andar quando esbarrou em alguém.  
- Não estou cega! Você que esbarrou em mim, ora essa! – Disse ríspida.
Olhou para quem esbarrou, e viu um homem mais ou menos na faixa de 30 anos. Era só o quê faltava. Se não entregasse os documentos a Tia Della, seu pai a mataria.
- Mas desculpe, ter esbarrado no senhor. – Diz olhando para o chão, onde vários papeis tinham caído. Se abaixou para pegá-los, bufando. Tinham saído da ordem, e ela não tinha tempo. Tinha que ir pra outro lugar ao sair do Ministério. Se bem, que era muito improvável, que quem ela esperava encontrar, aparecesse. Se levantou e viu que o homem ainda estava na frente fitando-a.
- Dá licença? – Perguntou fria.




TAGGED:ALGUÉM ✖ NOTES: BLABLA ✖
CLOTHERS:LINK HERE ✖ LYRICS:CANÇÃO DE CHUVEIRO

I Lollita
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Sab 6 Set 2014 - 22:29

Saímos dali em seguida.
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Eric Pavlova Tolkien

Ministério da Magia
avatarMinistério da Magia


Zodíaco Bruxo : Erumpente
Coração : Heterossexual
Relacionamento : Solteiro (a)
Idade : 40
Mensagens : 14

Ficha Escolar
Ano Escolar: Concluído
Casa: Ravenclaw
Nível: ★★★★☆

MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Qui 10 Dez 2015 - 12:24

Kim
Com: sozinho; humor: --; obs; Jensen é meu, obrigado.

 
Se existia algo que Eric Pavlova não podia resolver, era o assunto Kimberly McCartney. De resto, ele era exímio em qualquer arte a qual se propusesse a fazer. Exemplo a isso acabava de voltar de uma briga absurdamente escrota em um bar trouxa, envolvendo Comensais da Morte e trouxas.
Havia coisas que irritavam Eric sobremaneira, entre elas, Comensais da Morte, primeiro porque aparentemente eles se consideravam donos do mundo, segundo porque o irritante fato dos mesmos atacarem inadvertidamente qualquer local trouxa, dobrava e expandia o trabalho do Pavlova.
Não que ele não gostasse de seu trabalho, pois gostava, mas ficar num plantão exasperador de quarente e oito horas, obliviando mais pessoas do que ele gostaria de contar, não era, exatamente, motivo para diversão.
Na verdade, Eric estava exasperado porque seu antigo chefe havia feito o favor de não organizar os relatórios que ele havia entregue – e por isso o homem fora demitido – obrigando Eric a separar por si mesmo os próprios relatórios, pois supostamente haveria uma averiguação e ele seria obrigado a mostrar serviço.
Então não se importou em ser simpático com qualquer subordinado em seu caminho, Lycoris Zharkov a exemplo estava de folga naquele dia e não havia, sobremaneira, alguém que aguentasse seu humor acido.
Apontou a varinha para o monte de pergaminho a sua frente, balançando-a suavemente e dividindo a pilha em duas. Era a hora de começar seu trabalho.
[off: parem de tentar roubar meu PP, pivetes]

 

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Igor Sokolov Chase

Ministério da Magia
avatarMinistério da Magia


Zodíaco Bruxo : Erumpente
Coração : Heterossexual
Relacionamento : Enrolado
Idade : 42
Mensagens : 112

Ficha Escolar
Ano Escolar: Concluído
Casa: Slytherin
Nível: ★★★★☆

MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Qua 2 Mar 2016 - 10:05

Life Support
There’s a method  to my madness, it’s clear that you don’t have a clue
 A manhã era gelada quando Igor aparatou numa ruela perto do ministério. Ajeitou o casaco e seguiu o seu caminho ainda com a discussão familiar que se passou ao café da manhã ressoando no seus ouvidos, o pai e o irmão desataram a gritar um com o outro sem motivo aparente.
Em vez de se envolver Igor simplesmente pegou duas torradas e saiu.
Agora encontrava-se no meio de outros funcionários do ministério no meio do átrio, caminhou até aos elevadores com o Profeta nas mãos. Saiu do elevador e seguiu para o escritório dos obliviadores, quando olhou para a pilha de relatórios, formulários e correspondência quase teve uma síncope cardiaca.
Desde quando ele tinha o trabalho tão atrasado? Sentou e começou imediatamente a trabalhar, despachou o que era mais fácil primeiro e o mais díficil deixou para o fim.
Nem parou para almoçar ou para tomar um chá, a sua mente estava totalmente concentrada na tarefa que tinha em mente e nem reparou nos colegas que entravam e saiam, ou nos comentários que faziam sobre acidentes mágicos ou qualquer outro assunto.
Como sempre estava surdo e cego em relação ao que se passava à sua volta, sempre foi assim quando se tratava de responsabilidades.
Ficou no trabalho até bem mais tarde, quando terminou pegou no casaco e saiu.



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Vincent L. Dragunov

Auror
Auror


Coração : Heterossexual
Mensagens : 9

Ficha Escolar
Ano Escolar: Concluído
Casa:
Nível: ★☆☆☆☆

MensagemAssunto: Re: Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas   Qua 27 Abr 2016 - 16:02

── Wings Of Madness III ──
❝Out on the silent battlefield, when the killing work is done
And the crimson haze has gone, still lies the deadly sword I wield
And I'm dreaming of your face, have begun to count the days
But I fear to face a dreadful fate, I am afraid to lose the one I cherish.❞
[Wings of Madness - Serenity]  
Era impossível não reconhecer aquela mulher. Indagou seu subconsciente o motivo de nunca terem interagido de fato entre uma ou outra solenidade ministerial e percebeu que a cada passo sonoro sobre seus saltos ela demonstrava uma serenidade que cortava como uma foice seus anseios. Pensou em reagir e fugir daquele lugar, mas por quanto tempo seria condenado à desonha da fuga? Então o auror errante buscou reaver o controle sobre seus impulsos e em nome de sua honra maculada pelo crime que ainda deixava em suas vestes o incômodo cheiro de fumaça. Reconhecia a necessidade de um longo e demorado banho para recuperar as forças e rendia-se ao pesar dos ombros mantendo o olhar baixo e o corpo levamnte curvado, como se carregasse um peso muito maior que seu corpo fosse capaz de suportar, levantando-se, ele demonstrava tranquilidade, evitando qualquer tipo de movimento brusco para não parecer hostil e entregando a varinha, como ordenava o procedimento operacional padrão, a acompanhou. 
Permaneceu em silêncio, com mente e corpo desconexos, imerso das trevas de sua própria insanidade. O brilho de seus olhos eram carregados de uma profunda angústia conflitante com seu ódio e desejo de vingança. Iara... era inconcebível a ideia de perdê-la. Podia sentir os dedos que lhe firmavam o braço, mas naquele momento estava em total descaso com os estímulos externos. Sabia o que o aguardava, então a única coisa que conseguia pensar era em modo para contornar aquela situação e resgatar Iara. Encontrava até mesmo uma pitada de humor para quebrar um pouco a tensão de sua própria musculatura quando em pensamento fez-se acreditar que tivera sorte apesar de tudo. Pelo menos seu carrasco impiedoso e insaciável não se tratava de um juiz cuja expressão era tão agradável quanto a de um coveiro. O canto esquerdo do lábio ergueu-se em um meio sorriso retendo o riso e ele cruzava os braços, reconectado à realidade ao aparatar na Sala do Quartel de Obliviadores, que ele reconhecia, embora não costumasse frequentar. 
Aquela defesa sutil se mostrou bem eficiente, conseguindo aliviar a tensão de seu corpo, fazendo-o parecer um pouco mais tranquilo com tudo o que estava acontecendo. A vestimenta formal da vice-ministra não era suficiente para esconder sua sensualidade, pois as curvas de seu corpo não passavam despercebidas por onde quer ela fosse, despertando momentaneamente a libido sublimada pela cena criada em sua mente. Não era muito, mas foi o suficiente para desligar seus pensamentos de tudo aquilo que ainda o atormentava. Sem saber se podia confiar naquela mulher, não arriscaria demonstrar tudo que sentia, vestindo uma máscara para esconder sua angústia e manter uma postura mais ereta e serena, no intuito de manter a formalidade da abordagem, até ter alguma ideia de que estava seguro para falar sobre o ocorrido. 
Espreitava os olhos dela, embora não os encarasse diretamente, sabendo que ela teria o que falar sobre suas últimas ações, permanecia silencioso, esperando que a iniciativa partisse da própria vice-ministra de julgá-lo. Esperaria para falar sobre todo o acontecido depois dela, cedendo a palavra em um gesto cavalheiresco e passivo. Pretendia avaliar o que Aniska sabia antes de correr o risco de entregar coisas que ela talvez não soubesse e dependendo do teor daquela conversa, elaboraria uma estratégia diferente para se mandar dali. 
Levou a mão ao bolso e como de costume, voltou a abrir a tampa, em seu fatigante clank, track, clank, track, clanck, track... dessa vez no mesmo ritmo de seus passos, mas atento aos movimentos de seus lábios e aos ponteiros do relógio, verificando assim a veracidade contida em cada uma delas e escorou o corpo na mesa dela, permanecendo de pé, apesar de sua exaustão física, pois sabia que se chegasse a se sentar ou se deitar em algum lugar facilmente se renderia ao cansaço e aquele não era nem um lugar e nem um momento apropriado para recuperar suas energias. Seu foco estava no resgate de Iara, mas inicialmente, esperava conseguir ocultar sua preocupação, disposto a mentir, se julgasse necessário.


❝I am not a man. I began as one, but now I am becoming more than a man, as you will witness.❞
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Terceiro Nível - Acidentes e Catástrofes Mágicas

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