Post-ironic flannel kale chips, brooklyn fap vinyl salvia tofu selfies truffaut succulents yr ennui small batch health goth. Celiac helvetica photo booth actually.

Character of the Moment
Thread of the Moment
Couple of the Moment
Member Group of the Moment

Instituto Pygmy Puffskein

Ir em baixo

Instituto Pygmy Puffskein

Mensagem por Mihaela Dahra Antonescu em Qui 9 Fev 2017 - 3:02

INSTITUTO PYGMY PUFFSKEIN


Instituto Pygmy Puffskein

   Fundação: Ano de 2040
   Fundadora e atual diretora: Mihaela Dahra Antonescu
   Divisão: Grupinhos
   Casas: 4 - Puffskein, Crup, Kneazle e Niffler
   Localização: Hogsmeade - Escócia, Grã-Betanha

   A HISTÓRIA

   Tudo começou quando uma bela e jovem morena que não devia passar dos vinte anos de idade, da pele cor de caramelo e longos cabelos cor de chocolate trançados com fitas coloridas, teve um sonho enquanto dormia tranquilamente em sua tenda; o que devia ser algo comum, um acontecimento cotidiano e corriqueiro... Pra quem não possui o dom da clarividência, claro. Em seu sonho, ela estava num lindo e aconchegante chalé; conseguia sentir o carpete macio entre os dedos dos pés descalços, e o aroma delicioso de algo que ela não soube identificar ao certo - um ligeiro aroma floral e o cheiro cookies recém-feitos, como os que sua mãe de consideração costumava fazer... Inspirou fundo e fechou os olhos por um momento, apreciando o sentimento acolhedor de aconchego que lhe envolvia a alma. Risadas distantes começaram a ecoar em seus ouvidos, cada vez mais próximas; risadas doces e infantis, que a fez esboçar um sorriso carinhoso quase de imediato. Quando tornou a abrir os olhos, estava surpreendentemente cercada de crianças; a jovem franziu o cenho, confusa, mas ao mesmo tempo deleitada - talvez devido ao fato de que era incapaz de conceber uma criança... A cena que se estendia diante suas íris amendoadas repletas de compaixão aqueceu seu coração inseguro; os pequenos riam e brincavam entre si, sem receios, sem preocupações. Pareciam se sentir em casa...

   Dizem que os sonhos refletem nossos desejos mais profundos... e ao despertar, a jovem cigana se dera conta que aquele era o seu desejo. Não apenas se sentir em casa, mas fazer com aqueles pequenos se sentissem também.

   Muitos meses e algumas visões depois...

   A jovem cigana tinha trabalhado arduamente para que conseguisse chegar até aquele ponto, mas se alguém lhe perguntasse, ela responderia sem pestanejar que sim, cada única gota de suor havia valido à pena. A morena apreciava a brisa fresca que lhe acariciava a face enquanto fitava os campos vazios e mal capinados à sua frente, onde curiosas e solitárias margaridas floresciam entre a grama excessivamente alta, com um brilho tão indescritível no olhar que apenas a cigana Sarita seria capaz de entender. O homem baixinho e muito bem vestido ao seu lado a olhava com estranheza e até uma pitada de incredulidade, mas seu ar de superioridade não incomodava a cigana, não, nem um pouco. Devia pensar que o fato daqueles terrenos custarem consideravelmente pouco, pela fama de mal assombrado que tinham, foi o que havia atraído a mulher que, apesar das áreas escuras sob os olhos, era dona de uma beleza exótica; mal sabia ele que aquela mulher, apesar da pouca idade, tinha a determinação e convicção que muitos que se denominavam "grandes homens" não tinham. Mal sabia ele que aquela jovem possuía um dom que com o tempo aprendia a controlar e amar, e que este mesmo dom foi o que a levara até ali; e ela estava mais que feliz por isso.

   - Tens a certeza, senhorita? Estes campos tem uma tosca fama de más assombrados... - fora preciso apenas um olhar para a cigana captar um brilho perverso nos olhos negros do empresário; sabia que ele não se importava com o futuro dos negócios dela pela fama que o lugar possuía, mas sim se iria receber os galeões por aquelas terras. E ela ao menos se importava com aquela fama; seu dom havia lhe mostrado que de mal assombrado, aquelas terras não tinham é nada. Interrompendo suas falsas lamentações, a morena tirou um pergaminho perfeitamente enrolado de dentro da bolsa de tecido que carregava e estendeu para o empresário; era um cheque __ Sim, tenho a plena certeza. __ respondeu em seu tom de voz melodioso e tranquilo, fitando os olhos do homem fixamente; quando suas mãos se encontraram, foi como a morena tivesse um blackout; flashes passavam com velocidade por detrás dos seus olhos, como se estivesse assistindo a um filme acelerado e em partes. Viu aquele mesmo homem rindo em frente a um baú cheio de moedas de ouro e jóias que não conseguia ao menos imaginar o preço. Viu aquele homem com o cenho franzido em palpável tensão, sentado a uma longa mesa, com as mãos entrelaçadas uma à outra tão firmemente que os nós dos dedos tinham perdido a cor. Viu aquele homem sem reação diante um casal de crianças, uma menininha e um garotinho um pouco mais velho, que o fitava com os olhos marejados enquanto eram empurrados por uma bela mulher os levava para fora de casa, e fechava a porta atrás de si. Viu aquele homem parado diante do espelho, já grisalho, pálido e cansado, se perguntando o que tinha feito... E então, com pesar no coração, a cigana voltou à realidade. Piscou freneticamente e, com gentileza, afastou a mão do homem __ Nem tudo na vida é dinheiro, meu caro. Não deixe o brilho de todo esse ouro te cegar... Cultive o que realmente importa, e serás mais feliz do que imagina. __ sacou a varinha, movimentando-a sutilmente e fazendo com a placa fincada ao chão terroso mostrasse a palavra "Vendido"; e com um educado aceno de cabeça, desapareceu no ar.

   Alguns meses e muitas visões depois...

   Foram necessárias semanas de trabalho árduo pra conseguir uma renda razoável pra que a cigana fosse finalmente capaz de concretizar seu sonho. De volta àqueles terrenos malcuidados no pacato vilarejo de Hogsmeade, a cigana agora analisava tudo com suas íris amendoadas. Seu dom não havia mentido, como ela acreditava; de assombrado, o lugar não tinha realmente nada. Havia descoberto ali uma criaturinha miúda e fofinha, de pelos cor de rosa; parecia amedrontada e perdida, mas era muito dócil e companheira. A levara para o acampamento onde vivia e cuidara com todo o carinho e paciência necessários até que se recuperasse; com algumas pesquisas, descobrira que aquela criaturas era descendentes dos pufosos, um mini-pufe. O tempo a fizera se apegar ao intrigante mini-pufe, assim como fizera o mini-pufe se apegar à cigana; e numa tarde ensolarada, enquanto observava a dócil criatura pulando entre as árvores e pensava sobre suas recentes visões, uma ideia lhe estalou na cabeça. Vinha se perguntando qual nome poderia dar à instituição que se tornara seu objetivo de vida há quase um ano atrás, e agora ela sabia: Instituto Pygmy Puffskein. O que seria mais justo que batizar a instituição com o nome da criaturinha que vinha lhe proporcionando tamanha alegria e incontáveis risadas durante os últimos tempos?

   Os meses que se seguiram não foram fáceis; já havia se passado um ano desde que a cigana tivera a visão do chalé, mas mesmo assim, a jovem não baixara a cabeça. Com muito trabalho, a bruxa dera início ao processo de limpar todas aquelas terras, as cuidando como se fosse um filho seu; durante esse processo, o fiel mini-pufe não a abandonara nem por um só instante, mas não para por aí. Naqueles mesmos terrenos, a cigana ouvira ruídos estranhos e agitados ressoarem entre a grama ainda alta, e após investigar por quase a tarde inteira, com auxílio de sua varinha, conseguira capturar não só uma mas duas criaturinhas exóticas e um tanto quanto... felpudas; um casal de pufosos felpudos! E mais... eram os pais do mini-pufe que a cigana encontrara alguns meses atrás, que estavam à procura de seu filhote! O reencontro entre pais e filho não poderia ter sido mais alegre. A jovem observara, com os olhos marejados de felicidade, a forma como os pais saltitavam agitados em volta do mini-pufe e zuniam alegremente; e assim como antes, a cigana levara o casal de pufosos agitados para o seu acampamento, os cuidando com todo carinho que poderia oferecer. Se apaixonara de uma forma inexplicável por aquele casal peludo, e pela forma que eles zuniam e se esfregavam contra os pés da morena, acho que se pode dizer que o sentimento era recíproco.

   Nuvens escuras começavam a manchar os céus, mas a cigana não se deixava intimidar; após limpar os terrenos antes maltratados, agora começava a planificar a área, para então finalmente poder a subir as paredes do seu grande sonho. Embora trovões cortassem os céus a todo instante, a jovem não pôde deixar de notar um som estranho vindo de algum lugar próximo; como um ronco, alto e potente... Como de praxe, fora investigar a origem do som estranho, até que se deparou com mais uma criaturinha diferente. A criaturinha choramingava, e ela descobriu que o ronco estranho vinha, na verdade, da barriguinha do pequeno; mas ao perceber seu rabo bifurcado e a apreciação em degustar os panos de suas saias, a cigana logo soube: era um crupe. Assim como o mini-pufe e seus pais, que ficaram muito felizes por ganhar um novo amiguinho, a cigana o levara para o acampamento, e o cuidara - e alimentara bastaaaante - com esmero; o pequeno crupe comia tudo o que via pela frente, desde as saias da cigana até madeira bruta, até mesmo as ervas que usava pro preparo de poções... mas ao invés de esbravejar e bater o pé no chão, a jovem ria, deleitada, e daí então, surgira uma nova e grande amizade.

   Nas semanas seguintes, a jovem cigana tivera mais uma surpresa; com a base do grande chalé já sendo construída de pouquinho em pouquinho com movimentos animados de varinha, a morena encontrara uma criatura peluda e, inicialmente, sentiu receio; se assemelhava a um felino, e a jovem já tivera experiências o suficiente com estas espertas criaturas pra saber que devia ser cautelosa. Porém, descobrira que a criatura era dócil, e parecia bem cansada, o que a comoveu. Como o mini-pufe fofinho, o casal de pufosos agitados e o crupe comilão, a cigana o levara para o acampamento e o cuidara com dedicação; a princípio, a morena se preocupara que o bichinho estivesse enfermo, pois só sabia dormir e fazer manha... Mas uma consulta a uma das suas queridas familiares, que era magizoologista, e ela soube: o amasso não estava enfermo, só era preguiçoso mesmo! E ainda soube mais: o motivo da manha, era porque o amasso tinha gostado dela... assim como ela gostara dele.

   Mais semanas se passaram; dias ensolarados, noites tempestuosas, tardes de ventania e muito trabalho envolvido, e o sonho da cigana parecia estar cada vez mais próximo de se tornar realidade. E quando a jovem mulher achava que nada mais a surpreendia, durante uma tarde agradavelmente ensolarada em companhia dos seus mascotes, que a auxiliavam enquanto ela lançava feitiços brilhantes que faziam as paredes de madeira do chalé se erguerem e se encaixarem, finalmente tomando forma, uma pequena criatura lhe chamou a atenção; ela pulava entre o gramado que estava um pouco alto, e tentava escalar as paredes erguidas do chalé na tentativa de alcançar os feitiços brilhantes que voavam sobre a sua cabeça. Parecia um filhote de ornitorrinco, tinha um pequeno bico alaranjado e seus pêlos eram cinzas; aquele a cigana reconheceria mesmo de longe... Era um pelúcio! E nem preciso dizer o que aconteceu a seguir, certo? Talvez o resgate da criatura tenha sido o mais árduo para a cigana, que tentara levá-lo para o acampamento, mas o mesmo acabara por roubar tudo de brilhante que seus olhinhos afiados captavam, desde talheres de prata até os colares de conchinhas douradas da cigana, fazendo a maior bagunça que a mulher já tinha visto na vida; o pelúcio adorava fazer uma bagunça, mas a cigana gostava tanto da criatura que acabara por criar para ele, nos terrenos de Pygmy Puffskein, uma toca, farta de muitas coisas douradas e brilhantes, que mantinham o pelúcio ligeiramente mais calmo e contido. A cada semana a cigana estocava mais coisas brilhantes para o pelúcio - o que consistia em esconder objetos e mais objetos brilhantes pelos terrenos, para satisfazer os instintos cleptomaníacos que eram da natureza do pequeno -, e a cada semana, eles pareciam se habituar cada e gostar cada vez mais um do outro.

   Mais meses se passaram; tudo estava tranquilo, e o projeto de vida da cigana parecia finalmente... real. A tarde estava ensolarada; a brisa agradavelmente morna lhe acariciava as fases rubras, enquanto a mulher fitava o chalé já erguido, exatamente como em suas visões. Cada pequeno detalhe que acrescentara ao chalé, desde os parapeitos das grandes janelas pintados de branco até o caminho de pedras que levava até a casa, ladeado pelas margaridas sorridentes que há muito tempo havia descoberto ali e que também foram cuidadas pelas mãos delicadas da morena, foram indicados por suas visões; por exceto as duas cerejeiras que a jovem havia plantado assim que conseguira aqueles terrenos na época malcuidados, e que cresceram incrivelmente rápido com os cuidados e amor da cigana através de todo aquele tempo. "Para trazer muito amor e sabedoria", a jovem dizia. Agora se erguiam, majestosas, uma de cada lado do gracioso chalezinho de madeira, suas flores cor-de-rosa exalando um gostoso aroma floral que podia ser sentido até por quem passava longe, carregado pela brisa que sempre abençoava os terrenos de Pygmy Puffskein, a mesma brisa que lhe acariciou o rosto no dia que havia tomado posse daqueles campos e que lhe lembrava que nada era impossível.

   Naquele dia ela havia dado folga aos seus leais companheiros; estava sozinha, e vestia suas melhores roupas festivas, afinal, era um dia de muita comemoração... O instituto finalmente poderia, em breve, abrir suas portas para receber crianças de todos os cantos do mundo! O acampamento estava em festa, e esperava pela chegada da mulher que, com um largo sorriso desenhado em seus fartos lábios carmesim, dissera que ainda precisava fazer mais uma coisa. Agora caminhava sobre o caminho de pedras que levavam até o pequeno lance de escadas da varanda do chalé, ouvindo o alegre cantarolar das margaridas que estavam felizes sob o calor do sol; segurava em suas mãos de dedos longos e finos, uma placa curva de madeira, suas beiradas delicadamente esculpidas para pareceram vinhas, e pintadas com capricho pelas mãos da própria mulher, sem um único toque de magia. Se interrompera em frente às portas duplas fechadas do chalé, e deixara um breve beijo de olhos fechados na placa de madeira, para dar sorte; se esticou nas pontas dos pés e já pendurava a placa, mas consequente de um ligeiro desequilíbrio, a placa delicada escorregou de suas e ia direto de encontro ao chão quando, para o alívio da cigana, ela parou no ar. Franziu as sobrancelhas sutilmente em confusão, quando ali, no meio do nada, se revelara uma criatura misteriosa, de pelos escuros e grandes e brilhantes olhos, que pareciam tristes, ao mesmo tempo que encantadores. A cigana fitou a criatura desconhecida e dona de uma beleza extraordinária e sentiu sua alma ser tomada por uma incrível calmaria, e então baixou o olhar em respeito, até que instantes depois, sentiu a placa ser entregue nas suas mãos. Voltou a fitar a criatura, lisonjeada enquanto pegava o objeto, e a mesma ergueu o braço em direção à morena, que não recuou; os longos dedos da criatura deslizaram sobre as pálpebras da cigana, a fazendo fechar os olhos. Ela obedeceu; segundos se passaram, e a brisa leve que novamente lhe acariciara a face era uma permissão para a jovem abrir os olhos, e assim o fez. Olhou ao redor, curiosa, mas a criatura se fora tão repentinamente quanto surgiu; a mulher surgiu, ainda sentindo uma calmaria incomum lhe assolando o peito, e cuidadosamente se ergueu na ponta dos pés, pendurando a placa de madeira em cima da porta. Se afastou alguns passos, fitando o chalé, que agora parecia completo; seu sonho finalmente havia se tornado realidade, e sabia disso pela força com que seu coração batia contra seu peito. Se virou, fitando as cerejeiras, e respirou fundo o gostoso aroma das sakuras; e com uma batida de coração, aparatou para o lar, se sentindo feliz de uma maneira que nunca tinha sentido antes.

   O INSTITUTO

   O Instituto Pygmy Puffskein é uma instituição de ensino para crianças de até dez anos de idade, e se localiza na aldeia de Hogsmeade, local escolhido por ser o único vilarejo inteiramente bruxo da Grã-Betanha e, consequentemente, mais seguro dos olhares trouxas. É também próximo à estação de Hogsmeade, o que facilita o transporte dos pequenos, muito embora dentro da escolinha haja uma área especial com lareiras para o uso do pó de flú. A escolinha oferece aos bruxinhos o mesmo ensino que seria oferecido numa escola trouxa, sendo o diferencial as aulinhas mágicas, como Trato dos Pets Mágicos, Plantinhologia e Estudo dos Brinquedos Mágicos; e, assim como Hogwarts, de onde a fundadora tirou uma inspiração aqui e ali, a escolinha se divide em quatro casas, lá chamadas de Grupinhos, distintas: a Puffskein, a Crup, a Kneazle e a Niffler. O uniforme dos pequenos é como o da grande Hogwarts, porém, predominando as cores roxo e laranja.

   Como as casas rústicas do vilarejo o estabelecimento também é um chalezinho formoso, porém este é limitado por cercas de madeira pintadas de branco e cercado por uma ampla área de gramado, lá se localizando o Playground, onde as crianças se divertem nos horários vagos. Duas graciosas cerejeiras ladeiam o chalé, encantando todos que por ali passam; para trazer amor e sabedoria, como acredita a diretora do Instituto. Mesmo que o chalé já aparente ser grande, seu interior é magicamente modificado para ser muito maior, lá dentro se localizando a recepção, as salinhas de aula - dentre elas a salinha de estudo dos brinquedos mágicos -, o refeitório, a enfermaria e etc; e nos amplos terrenos atrás do chalé se localizam o cercadinho - para a aula de trato dos pets mágicos -, e as estufosas - onde as crianças aprendem sobre as mais diversas plantas do mundo tanto mágico quanto não-mágico. Todo o interior, bem como o exterior, é muito bem cuidado e organizado, visando a maior comodidade e segurança possíveis para os pequenos; muitas cores decoram toda a escola, inspirando alegria e animação para a criançada.

   Dirigido por Mihaela Dahra Antonescu, com o auxílio de elfinhos muito bem vestidos com roupinhas infantis (assalariados, é claro), o Instituto Pygmy Puffskein recebe crianças de todo o mundo, e pode ser considerado um segundo lar para os pequenos.


avatar
Mihaela Dahra Antonescu
Diretor de Pygmy Puffskein
Diretor de Pygmy Puffskein

Coração : Bissexual
Relacionamento : Solteiro (a)
Mensagens : 65

Ficha Escolar
Ano Escolar: Sem Escolaridade
Casa:
Nível: ★★★★☆

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum